Direitos da Criança

sábado, 10 de março de 2012

Reconhecimento de um trabalho de base

Prezados leitores,

Eis que começa a frutificar um trabalho de base.
Desde que resolvemos que escola e criatividade seriam prioridade na educação dos nossos filhos passamos a trabalhar essas prioridades.

Escolher a escola que permitisse que a criatividade das nossas crianças aflorasse sem que as crianças sofressem repressão por causa de "letra feia" ou "erros ortográficos" ou ainda por "ser diferente demais" antes do tempo certo foi muito difícil e complexo.

Não sabíamos se havíamos acertado e, mesmo tendo acertado, não conseguimos ter a mesma escola para os nossos 4 filhos, uma vez que a escola que eles estavam deixou de ter ensino fundamental quando a nossa mais velha chegou ao que se chama hoje de 5o ano, no ano passado (2011).

Para a mais velha, Estela, parece que deu certo...

Ontem recebemos o resultado de um concurso que ela participou, no ano passado, enviando um conto, que ela já elabora desde os cinco anos, e tema deste blog, "As Galinhas Magricelas de Júpiter" que foi selecionado dentre mais de 9mil concorrentes de escolas do Brasil inteiro como uma das 35 histórias para ser publicada no livro "Contadores de Histórias Encantadas: Livro das Crianças" ISBN 978-85-64439-01-06 uma iniciativa da LA FABRICA DO BRASIL, patrocinado pela ENDESA BRASIL com o apoio da Lei de Incentivo À Cultura.

O Livro pode ser baixado gratuitamente em: http://www.historiasencantadas.com.br/wp-content/uploads/Livro-Contadores-de-Hist%C3%B3rias-Encantadas-em-baixa.pdf

A obra Contadores de Histórias Encantadas foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Brasil.

Para um pai, como eu, é uma alegria incomparável. Desde ontem estou em "estado de graça" com essa conquista. Parabéns para a Estela e para a Prof. Hélia que fez questão de inscrever essa história no concurso.

Agora, em outra escola, rezo e lutarei para que meus outros filhos possam ter a mesma oportunidade de criar e crescer sem essas barreiras pequenas de professores e instituições que procuram mais os erros que a beleza da criação.

Rodrigo Vieira Ribeiro, pai orgulhoso.

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